Alunos da ESPM contam como é trabalhar em uma grande agência de comunicação

O DONC visitou a agência de comunicação Máquina Cohn & Wolfe e conversou com a Fernanda Botteghin, estrategista digital e ex-aluna da ESPM, e Thomas Aoki, estagiário e aluno do oitavo semestre de Jornalismo.

O processo seletivo para estagiário não é algo muito aberto ao público. Na maioria das vezes o candidato já é pré-selecionado pelo currículo. As vagas de estágio são divulgadas no Facebook ou por meio de indicação. Oportunidades em outros cargos são divulgadas abertamente, tanto para os colaboradores da empresa que querem mudar de função quanto para interessados de fora da agência.

Fernanda e Thomas disseram que seus processos seletivos foram uma prova de conhecimentos gerais e uma entrevista. Ele contou que em sua prova teve que fazer um press release com base em um documento em inglês.

Fernanda começou como estagiária. Foi indicada pela professora Patrícia Gil, da ESPM. Ela participou do primeiro semestre da agência experimental ComCorp (Comunicação Corporativa), oficina que faz  parte do CEJor (Centro Experimental de Jornalismo).

“Para um estagiário o que mais importa para entrar na Máquina é ter vontade de realmente vivenciar esse ambiente de comunicação corporativa, de aprender mais sobre isso. Outra coisa que importa muito é estar antenado nas tendências de mercado de comunicação”, afirmou Fernanda.

Segundo os dois, a participação nesse tipo de oficina é um grande diferencial no currículo, pois os alunos têm uma experiência com clientes reais. “Ter a ComCorp no currículo ajuda muito, porque a ESPM é uma das poucas que tem uma agência de jornalismo que lida com comunicação corporativa com clientes reais. Quando você chega ao ambiente de trabalho tendo uma experiência, agrega muito”, comentou Thomas.

Fernanda disse que a Máquina deu muitas oportunidades para ela participar efetivamente, depois que ajudou a elaborar um plano de negócios para a Netflix. Ela seria efetivada caso a empresa fechasse o contrato, o que não ocorreu. Mas Fernanda entrou para o núcleo DIG (Digital Innovation Group) e foi efetivada do mesmo jeito.

Os dois jovens destacaram que o que mais importa para o estudante que quiser estagiar em uma empresa como essa é a vontade de vivenciar o ambiente, ser uma pessoa antenada, comunicativa, falar bem e não ter vergonha.

Aline Chalet – 1º semestre de Jornalismo

e Thais Samano – 2º semestre de Jornalismo

 

 

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